Publicado por: julianabassetti | fevereiro 2, 2010

Exposição do Corpo de Santo Antônio 2010

ITÁLIA

Por Juliana Bassetti, Pádua, Itália

Um momento histórico e raro para os católicos de todo o mundo acontecerá neste mês em Pádua, cidade da provícia do Vêneto: a exposição dos restos mortais de Santo Antônio. Desde a sua morte, no ano de 1231, essa será a terceira vez que o corpo do santo estará visível ao público.

A exposição acontece entre os dias 15 e 21 de fevereiro na “Pontificia Basilica del Santo” e a visitação é gratuita.

Histórico

Reconhecimento do corpo no Séc XIII

Reconhecimento do corpo no Séc XIII

A primeira abertura do túmulo foi em 1263. O objetivo dos freis era por um fim à dúvida de que a caixa mortuária estava vazia. Prega a história católica que naquela oportunidade o então Frei Boaventura (postumamente santificado e hoje Santo Boaventura) encontrou o corpo do santo já decomposto mas com a língua intacta. Para os devotos, o milagre se devia ao fato de Santo Antônio pregar a palavra de Deus.

Exposição do corpo de Santo Antônio em 1981

Exposição do corpo de Santo Antônio em 1981

Em 1981 a tumba foi reaberta para trocar a antiga caixa mortuária de madeira por uma de cristal. Os ossos foram organizados como um esqueleto e a redoma foi guardada dentro de uma arca de mármore. Nessa oportunidade a ossada foi examinada e os peritos descobriram que não só a língua que Boaventura encontrara no século XIII estava intacta, mas também todo aparelho fonador. Desde então, esses pedaços do corpo do santo estão expostos na Basílica.

Cappella dell'Arca restaurada

Cappella dell'Arca restaurada

Em abril de 2008 a Cappella Dell’Arca, onde fica mausoléu de mármore dentro da Basílica, passou por uma restauração e a arca foi transferida para uma outra capela. A restauração foi concluída em dezembro do ano passado.

Em janeiro de 2010, faltando pouco mais de um mês para devolver Santo Antônio a sua capela, os Frades Menores Conventuais que coordenam a Basĺica decidiram fazer uma nova exposição dos restos mortais.

Por seis dias, a Basílica ficará aberta das 6h15 às 19h e no último dia, sábado até às 20h. Ainda não se sabe a possibilidade de estender esse período, como ocorreu na exposição de 1981. A organização do evento espera a visita de mais 100 mil pelegrinos. O Papa também foi convidado mas até agora não confirmou presença. Uma webcam estará ligada 24h sobre o corpo do santo para os devotos que puderam vir a Padova acompanhar o evento. Portadores de necessidades especiais devem solicitar um crachá específico.

Mais informações: www.santoantonio.org/ostensionedelsanto2010

ou pelo e-mail infobasilica@santoantonio.org



Publicado por: julianabassetti | fevereiro 1, 2010

Colher para comer massa

De uns tempos pra cá percebi que alguns restaurantes italianos no Brasil trazem, além do garfo, um colher grande para se comer massas como o spaghetti.

No início achei estranho, mas me alegaram que é assim que se come macarrão na Itália. Bom, não sei como é no restante do país, talvez varie com a região, mas aqui no Vêneto, até agora, sempre que me serviram uma pasta me deram apenas um garfo e, claro, um pãozinho pra acompanhar.

Publicado por: julianabassetti | fevereiro 1, 2010

Falando em banheiro…

Aqui em Pádua se bebe água da torneira, não tem problema. Fato que ajuda qualquer viajante a economizar uma boa grana. Os moradores locais me disseram que toda água captada vem do desgelo das montanhas e até mesmo a engarrafada é da torneira, só que filtrada.

Focinho de Porco versus Fio Terra

Se você quiser levar eletroportáteis para a Itália, lembre-se que a voltagem aqui é 220 voltz. Uma vantagem para nós, brasileiros, é que as tomadas são muito similares às nossas. A diferença é os plugs aqui têm três pinos (o do meio faz o terra) e não dois.

Tudo se encaixa muito bem

Tudo se encaixa muito bem

Repare na foto que os dois pinos dos plugs tupiniquins encaixam perfeitamente nas tomadas italianas. Fica sobrando o buraco do meio, o que não influencia em nada o funcionamento dos aparelhos. Só não esqueça de levar também um beijamim (“T”) do Brasil para ligar equipamentos com plug de três pinos, como os de computador.

Publicado por: julianabassetti | fevereiro 1, 2010

Coisas que não me acostumo

Sempre quando viajo para fora de minha cidade tento incorporar alguns hábitos locais mas, aqui na Europa, a verdade é que não consigo me adaptar à alguns costumes. Por exemplo, assoar o nariz fazendo um estrondoso barulho. E eles assoam em qualquer lugar! Na fila do buffet ou mesmo à mesa enquanto comemos. Não tenho muita frescura mas acho bem desagradável.

Outro fato cultural que está difícil de me adaptar é jogar o papel higiênico direto no vaso. Sempre acho que vai entupir. Alguns locais têm duas descargas para apertar, uma com quatro litros de água e outra de nove. Acho a iniciativa interessante e ecologicamente correta, não fosse a de quatro litros não levar o dito papel higiênico para o esgoto. Divido o banheiro com uma menina de Valência e quando ela usa, às vezes, fica ali um amontoado, uma sopa de papel e água da privada. Fora que tenho que jogar o fio dental e cotonetes no lixeirinho do meu quarto que seria destinado apenas a lixo de escritório.

Publicado por: julianabassetti | fevereiro 1, 2010

Um exercício de equilíbrio

Hoje tive um experiência interessante que me fez lembrar do tempo em que eu era criança e minha mãe me ajudava a fazer xixi em banheiros públicos. Ela levantava a tampa da privada, me colocava em pé na lousa e dizia para eu fazer aviãozinho. Isso foi até meus cinco anos e me recordo que era um pouco difícil de equilibrar, mas não chegava a ser um grande esforço para uma criança que tem todos ligamentos ou rótula dos joelhos quase zero quilômetro.

Passados mais de 20 anos do meu último aviãozinho, levei um susto ao me deparar com os banheiros de alguns cafés do centro da cidade de Pádua.

O vaso sanitário não é propriamente um vaso, mas um buraco negro no chão. Colocando os pés ao lado, você deve se equilibrar e mirar naquele furo que deve medir uns 15 centímetros de diâmetro, no máximo. E pior, não existe nenhum tipo de corrimão. Qualquer desequilíbrio e você acerta os próprios pés.

Dizem que basta um pouco de prática e que, com o tempo, vou me acostumar. Pode até ser, mas confesso que preferia o tempo em que tinha as mãos de minha mãe para me segurar.

Publicado por: julianabassetti | fevereiro 1, 2010

Zaino Chic

Mochila Chic está na Itália fazendo um giro pelo Vêneto. Nos próximos dias vou ter a audácia de desvendar pra você o que há de melhor, de pior, de mais encantador e de bizarro nesta parte do Velho Mundo.

Ciao a tutti!

Ah, zaino = mochila, em italiano.

Publicado por: julianabassetti | janeiro 14, 2010

Comida Mexicana em Floripa

Até que enfim Florianópolis ganhou um restaurante mexicano merecedor de um post aqui no Mochila Chic. Ontem fomos ao recém inaugurado Guacamole  – na Av. Beira Mar Norte esquina com Travessa Harmonia – e saímos todos muito satisfeitos e um pouquinho breacos. Filial do Guacamole de Balneário Camboriú, o lugar deixa os demais restaurantes e bares mexicanos de Floripa comendo poeira.

Foto divulgaçãoA fachada do Guacamole é super bandeirosa, colorida e iluminada. O bar é barulhento e o som mecânico com música latina às vezes fica acima do volume aceitável por ouvidos sóbrios. Mas bastam uns mojitos (R$9,90) e margaritas (12,90) – ou margueritas, até hoje não sei – para você entrar no clima. De hora em hora um grupo de músicos vestidos com “trajes típicos” aparece tocando divertidas canções-clichê como Macarena, aquela que diz no refrão “baila, baila, baila, baila…” ou a clássica italiana “Volare, ô ô”. Ok, divertidas depois de duas ou três tequilas (R$10,50) que, aliás, são servidas por aquelas moças vestidas de pistoleira e que eles chamam de tequileira. E pra quem não bebe álcool, água com e sem gás a R$2,50 e refrigerante por R$3,20. O couvert artístico pelo show dos músicos sai R$ 7 reais por pessoa.

Os garçons são super atenciosos e divertidos. O nosso estava um pouco embriagado, o que o deixava mais engraçado ainda. Se você quiser, pode pedir emprestado um daqueles chapelões mexicanos para tirar foto ou usá-lo enquanto estiver no restaurante. É uma forma de provar que não se está mais sóbrio…

Na decoração, paredes internas pintadas com diferentes cores servem de pano de fundo para as reproduções de Frida Kahlo que se misturam a um altar com Nossa Senhora e caveiras purpurinadas. Em outra parede, uma foto de Mazaropi e, próximo ao forro, recortes feitos em papel de seda coloridos que, em Florianópolis, faz parte do folclore local e é chamado de “pão-por-Deus”. As luminárias também chamam a atenção pelo colorido.

E, finalmente, a comida: boa e o preço condiz com os pratos. Sugerimos você começar pedindo o bem servido couvert com as crocantes e deliciosas tortillas chips da casa (para quem não conhece tortillas chips, o Doritos é uma versão industrializada delas, só que mil vezes pior e mais salgado) que vem com o trio salsa picante (que é pouco picante mas bem gostoso), guacamole e sour cream. Dá pra duas ou três pessoas beliscarem, tranquilamente, antes do prato pricipal. Tudo a R$8 reais. Se for um casal com pouca fome, pode pedir só isso e tomar uma Heineken (apenas long neck) a R$ 5 ou Sol Pilsen por R$4,20. Se não for pra encher o caneco, fica um programa bem em conta.

Os nachos também são porções generosas para duas pessoas e os preços variam entre R$23,90 e R$26,80, este último com carne seca desfiada, frijoles refritos e queijos mistos gratinados. Quesadillas com duas tortillas de trigo ficam entre R$15,90 e R$27,90. E tem também os “combos”, um prato no qual você prova trẽs diferentes receitas da casa. Custam ente R$ 23,90 e R$28,90.

Informações e reservas (48) 3225-0900

No momento, eles NÃO ACEITAM CHEQUES. Apenas cartões VISA e dinheiro, obviamente. O site, todo feito em flash, é uma graça. Confere lá. http://www.guacamolemex.com.br

Você pode seguir o restaurante no Twitter @guacamoleFL

Avaliação: 4 – vale a pena

Preço: $$$ – de R$ 36 a R$ 50 por pessoa

Publicado por: julianabassetti | setembro 4, 2009

Ibis Salvador – Rio Vermelho

De perto ele não é tão imponente com na foto.

De perto, o ibis não é tão imponente como na foto

Não se deixe enganar quando abrir a foto do site da Rede Accor e aparecer um magnĩfico hotel à beira do mar com piscina e tudo. Na verdade, o Ibis da Rua da Fonte do Boi, bairro Rio Vermelho, é colado ao Mercury, este sim, com vista para o mar e piscina.

E para piorar, a qualidade do Ibis Salvador fica abaixo dos Ibis que conheço, o da Av. Paulista e o de Curitiba, no Centro Cívico. No Ibis baiano, todas as paredes são de dry wall, a água da pia tem uma cor estranha, às vezes o banheiro tem cheiro daqueles produtos pra fazer permanente no cabelo (ou fede ovo podre, mesmo) e tanto a suíte como o corredor têm um cheiro de produto de limpeza de má qualidade.

Mas nem tudo está perdido no Ibis Salvador. O café da manhã é muito bom, sempre com frutas, variedade de pães, dois tipos de bolo, salada de frutas, iogurte de morango, leite, cereais, queijo branco, queijo prato, presunto e outras guloseimas. O desjejum não é incluso na diária, prática comum nos hotéis Ibis, e custa R$ 10 por pessoa. Vale a pena. Comidas e bebidas do restaurante também não são uma fortuna. Na emergência da fome, peça um misto quente com três fatias de pão que sai por R$ 5 e o chá mate por R$ 3.

Eles também oferecem rede wi-fi gratuita no hall para quem tem notebook. Se quiser internet no quarto, paga-se R$ 12 por dia. Se você não tiver notebook, dançou, porque pra usar os computadores do hotel vai ter que desembolsar R$ 12 POR HORA!

Apesar de tudo, eu me hospedaria lá de novo. Não pelo prazer, mas por ser uma opção barata (para os padrões de preço da cidade) e super bem localizada. O bairro Rio Vermelho é ótimo, tem casa de sucos, bares e o acarajé da Cira (mas isso é um assunto para outro post).

Ibis Salvador

Rua Fonte do Boi, 215, bairro Rio Vermelho, Salvador, BA

Tel: (71) 3172-4100

A tarifa de balcão e online é de R$ 115 para uma ou duas pessoas.

Publicado por: julianabassetti | setembro 2, 2009

Sabores da Dadá – Salvador – BA

Dadá: sempre sorrindo

Dadá: sempre sorrindo

Dadá é uma das principais quituteiras de Salvador e tem dois restaurantes na capital baiana, o Sorriso da Dadá, que funciona há 17 anos no Pelourinho, e o Sabores da Dadá, aberto há pouco mais de um mês no bairro Pituba. Recentemente ela fechou o tradicional Varal da Dadá, seu primeiro restaurante inaugurado há 23 anos. De acordo com o gerente, o motivo foram os “problemas sociais” do bairro Alto das Pombas. Dadá sonha em utilizar o espaço para montar uma escola de culinária para crianças carentes da região: “Vão ser os chefes do futuro”, idealiza.

Antes de se aventurar nos negócios, Dadá vendia comida baiana na rua, marmitas e lanches. Diz que o segredo de seu sucesso foi sorte e muita vontade de trabalhar. Faz questão de frisar que cria todas as receitas, que sai todas as quartas e sextas para comprar os ingredientes, treina todos os funcionários e lembra que já está para lançar o terceiro livro de receitas.

Buffet do almoço

Buffet do almoço

Fomos até o Sabores da Dadá e tivemos o prazer de conhecer a simpatia e a simplicidade dessa baiana. Sempre sorridente, Dadá conversa e até senta à mesa com alguns fregueses. Apesar de ter o restaurante sempre cheio e badalado – entre os clientes, o diretor global Jorge Fernando e a cantora Ivete Sangalo – ela é categórica ao dizer que trata igual qualquer freguês. “Todos são artistas! Entendeu, negona?” expressão que repete uma vez a cada duas frases.

Lembrando o antigo Varal da Dadá

Lembrando o antigo Varal da Dadá

No Sabores da Dadá, a decoração foi cuidadosamente pensada para parecer informal. Uma corda com diversas peças de roupas penduradas faz menção ao antigo Varal da Dadá. Os joguinhos americanos tem como estampa uma foto estilizada de Dadá sorrindo. Na árvore da calçada, velas e cumbucas de barro simulam um “despacho” ou uma oferenda, vai do freguês.

Nas sextas e domingos, na hora do almoço e parte da tarde, o Sabor da Dadá tem buffet livre com vatapá, carangueijo, buchada, caldinho de sururu, bobó de camarão entre outros pratos mais a mesa de sobremesa com doces caseiros. Tudo por R$ 28,90 por pessoa. Eu recomendo escolher um prato a la carte, porque por mais que você possa provar uma variedades de pratos no buffet, nada como um feito exclusivamente para você e na hora. Sugiro a moqueca de pitú (um camarão grande de rio) que sai por R$ 50 para duas pessoas e acompanha farofa, arroz e pirão. A moqueca só de peixe custa R$ 45, também para duas pessoas, com os mesmos acompanhamentos. De entrada, caldinho de sururu (R$ 6,50). O acarajé, frito na calçada do restaurante, sai por R$ 4,50 com camarão. Não deixe de pedir a caipirinha de siriguela e de graviola. De sobremesa, prove o Negão da Dadá, um bolo de chocolate cremoso lambuzado em creme de leite por R$ 7,90. Até eu que não sou fã de sobremesas com chocolate fiquei encantada.

Água sem gás R$ 1,80

Fachada lateral

Fachada lateral

Água com gás R$ 2

Refrigerante R$ 2,80

Cerveja Nova Schin 600 ml R$ 4,30

Sabores da Dadá

Rua Minas Gerais, 111, bairro Pituba, Salvador, Bahia. (Próximo à Doceria Perini)

Funciona de terça a domingo, das 11h até o último cliente (entre meia-noite e 1h da manhã).

Cartões: Visa, Master, Hipercard e Dinners

Tel: (71) 3346-1554

Avaliação: 4 – vale a pena

Preço: $$$ – de R$ 36 a R$ 50 por pessoa

Publicado por: julianabassetti | setembro 2, 2009

Porto do Moreira – Salvador – BA

Entrada do restaurante quase passa despercebida

Entrada do restaurante quase passa despercebida

Taí um achado no centro de Salvador. Fuja do clichê e não almoce no Pelourinho. Vá ao Porto do Moreira, restaurante que existe desde 1938. Fundado pelo falecido Moreira, hoje o local é tocado pelo filho, também Moreira. Parece uma garagem comprida, com lajotas laranjas no chão e azulejo branco até metade da parede. Alguns quadros coloridos com temas variados decoram o ambiente. O local tem fregueses assíduos que freqüentam o restaurante há mais de 20 anos.

O público fala altíssimo e muitos fazem piadas com o dono. Diz a lenda que o engraxate que fica na porta do restaurante trabalha ali há 30 anos. Para engraxar os sapatos você desembolsa R$ 2.

Clientes assíduos há mais de 20 anos

Clientes assíduos há mais de 20 anos

Os pratos são para duas pessoas e variam de R$ 20 e R$ 45. No cardápio, moqueca mista, língua, frango ao molho pardo, carangueijo ensopado, miolo, bacalhau, entre outros. Os acompanhamentos são arroz e pirão ou batata ou feijão. 

De sobremesa: ambrosia, cocada mole, pudim e outros doces caseiros. Custam, em média, R$ 5.

 

Cerveja Antártica ou Brahma 600 ml: R$ 3,50

Água e refrigerante: R$ 2

Como chegar: caminhe do Pelô até a parte de cima do elevador Lacerda. Desça em direção à Praça Castro Alves. Passe a praça e entre à direita, na rua Carlos Gomes. O Porto do Moreira fica na própria Carlos Gomes, esquina com Rua do Cabeça. É uma portinha, a placa fica bem em cima da porta mas é difícil de ver.

 

O horário de funcionamento: como descrito no cardápio, é digno de piada de português: seg a sáb das 11h às 16h e dom e feriados das 11h às 16h

Tel: (71) 3322-4112 e (71) 3322-2814

Cartões: Visa, Master e Hipercard

Avaliação: 3 – bom

Preço: $$ – de R$ 21 a R$ 35 por pessoa

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