COMO CHEGAR
A vinícola Concha y Toro fica em Pirque, um povoado distante 27 Km da cidade de Santiago, no vale do Rio Maipo. Lá existem outras bodegas, mas a CyT é a mais conhecida. Do centro de Santiago, a viagem leva quase uma hora e meia. Vá até a estação Plaza de Puente Alto, ponto final da linha azul L4. Saia da estação e, na praça, informe-se onde você deve pegar um microonibus azul-celeste (como eles definem a cor do micro) que leva até à vinícola. Nós paramos o primeiro azul-celeste que passou e perguntamos ao motorista. Nem olhamos a numeração. O ônibus deixa quase na porta. Avise ao motorista que você vai à Concha y Toro. Eles já estão acostumados. Ah, e leve moedas para pegar o ônibus.
PREÇO DO WINE TOUR
A entrada para a visita guiada na CyT custa $6 mil pesos chilenos por pessoa (ou US$ 14 dólares ) e acontece em horas pré-determinadas. Na alta temporada, é recomendável ligar e reservar. O telefone é (56-2) 475-5269 ou (56-2) 476-5680 ou ainda (56-2) 476-5000. Também é possível reservar pelo site www.conchaytoro.com
Para saber os horários de atendimento, entre no site, clique em “Visítenos”. Depois da introdução, clique em “Tour” e, em seguida, “Información y Precios”.
Que a vinícola Concha y Toro tem excelentes vinhos, isso pouca gente discute. Agora, certamente, não são os vinhos que chegam aos nossos supermercados e na maioria dos restaurantes daqui. O “Casillero del Diablo”, tão presentes nas mesas brasileiras, é um dos mais fracos da bodega, depois do “Sunrise”, “Frontera” e “Trio”.
Para quem é mais exigente com vinho, já vou avisando que o tal do tour inclui na degustação apenas dois rótulos: o “Casillero” e o “Marques de Casa Concha”. Esse último, bem melhor que o “Casillero”. Nós ficamos na expectativa de provar o top de linha da CyT, “Don Melchor”. Logo descobrimos que se você quiser prová-lo, tem que pagar pela taça no Wine Bar onde se encerra a visita. O preço da taça do “Don Melchor”: $ 10 mil pesos chilenos (cerca de US$20 dólares). Sou chic, mas não sou tola. Por esse preço, compro uma garrafa inteira de um excelente vinho. Ficamos sem provar o dito.
Desgostos à parte, o tour não é de todo ruim. Logo no início da visita, você ganha uma taça de vinho jateada com o nome Concha Y Toro. É com essa taça que você vai provar os vinhos. Achei o gesto muito simpático (o chato é carregar a taça na mão o restante da viagem até voltar para o Brasil). Nosso guia em espanhol, o Rodrigo, era super atencioso. Tentava falar português, traduzindo palavras como “pollo” para “frango”, mostrou a propriedade do velho Don Melchor Cocha y Toro, fundador da bodega, e contou a origem da Lenda do Casillero del Diablo.
A LENDA DO CASILLERO DEL DIABLO
A lenda surgiu há mais de 100 anos, quando o fundador da vinícola, Don Melchor Concha y Toro, guardou na adega subterrânea chamada “Casillero” exemplares dos melhores vinhos de cada safra. Com o tempo, ele percebeu que as garrafas estavam sumindo. Como sabia que o povo da região era muito supersticioso, inventou a história de que ali morava o Diabo. O rumor se espalhou pelo povoado e as garrafas nunca mais desapareceram. Hoje o local abriga vários barris com vinho e também uma coleção de garrafas de Don Melchor que têm entre 15 e 20 anos. As garrafas ficam guardadas atrás de um portão de ferro cadeado e com a supervisão do Diabo. Na verdade, uma brincadeira. Junto às garrafas, uma sombra é projetada com um fundo de luz vermelha, como se fosse o próprio Capeta cuidando dos vinhos.



Nossaaaaa parabens!!!
Seu blog ta otimo!!
Informações interessantes e importates, fora a liguagem clarissima!!!
Parabens meeeesmo!!!
Copiei varias dicas pro meu roteiro!!!!!
Por: Viviane em Julho 31, 2008
às 11:05 pm
Que bom que você gostou do blog.
A idéia é essa, que não fique nenhuma dúvida quanto às informações. Mas se ainda assim você tiver dúvida, é só deixar um post aqui, ok?
E se na volta da sua viagem você não concordar com algo que eu disse aqui, por favor, deixe um post discordando. :)
Beijos e boa viagem!
Por: julianabassetti em Agosto 1, 2008
às 12:55 pm
Juliana,
Gostaria de algumas dicas. Viajo no dia 4.2 para SANTIAGO. No dia 05.02 pretendo visitar CONCHA Y TORO. Já fiz o agendamento da visita para as 11:00 horas. Depois quero ir para ALMAVIVA. Vc acha que se agendar para 13:30 horas dá tempo de se deslocar de uma pra outra?
Outra coisa. Será que ainda consigo no mesmo dia visitar SANTA CAROLINA ou COUSIÑO MACUL?
Vc pode me dar algumas dicas de vinícolas na região metropolitana de SANTIAGO para sexta-feira, dia 06.02?
No sábado, dia 07.02 irei para o VALE DE COLCHAGUA conhecer VIU MANENT, MONTES e NEYÉN. Vc as conhece?
atenciosamente
JERIEL DA COSTA
SP/SP
Por: Jeriel da Costa em Janeiro 28, 2009
às 11:47 am
Parabéns pelo teu blog. Minhas paixões são literatura, vinho e motocicleta. E vi que vinhos e viagens têm dicas muito legais aqui. Sem falar que você é linda. Já adicionei teu blog aos meus favoritos.bjs
Por: Germano Silveira em Março 23, 2009
às 10:06 am
Eu acho meio loucura ficar indo de uma vinícola para outra. Escolha a sua preferida e desfrute com calma. Senão vira um programa de turista clássico, aqueles que correm pra ver tudo e acabam não vendo nada.
VIU MANENT, MONTES e NEYÉN? Não conheço, mas já anotei aqui os nomes para minha próxima viagem pra lá em junho.
Por: julianabassetti em Abril 2, 2009
às 2:38 am
Juliana,
Dá para visitar no máximo duas vinícolas por dia, uma pela manhã e outra no começo da tarde. P. Ex. Cousiño Macul (11:00 horas) e Concha y Toro (13:30 horas). Ambas ficam relativamente próximas e são servidas de Metrô. Na primeira basta descer na Estação Quilín, lado esquerdo e se dirigir ao estacionamento do Shopping e tomar o ônibus 17 que passa em frente à vinícola e na segunda, descer na última estação “Plaza Puente Alto” e tomar um micrôonibus azul que tb deixa bem na frente da vinícola.
Desta vez não visitei Santa Carolina mas não é difícil porque fica na região metropolitana de Santiago com acesso pelo metrô.
O chileno é simpático e está sempre disposto a ajudar. Por isso não êxite: na dúvida pergunte.
Não consegui agendar Almaviva porque dependendo da época no mínimo dois meses de antecedência!!!
As vinícolas Neyen, Viu Manent e Montes ficam próximas entre si. Todas estão em Apalta, no Vale de Colchágua (cerca de 180 km de Santiago), apontado como terroir privilegiado para o cultivo de syrah, cabernet sauvignon e carménère (mais ou menos nesta ordem). Para chegar lá acabei contratando os serviços da enotourchile.com (caro mas muito profissional, ótimo atendimento) e a viagem foi muito legal. Vale à pena almoçar no restaurante “La llaveria de Viu Manent” e depois comprar vinhos na lojinha porque são bem mais em conta do que em Santiago (+ de 10%!!). Na Viña Montes tb dá para comprar vinhos e a visita valeu muito à pena.
Juliana, os vinhos tem preços acessíveis e vc acaba se empolgando e dá para trazer várias garrafas na mala (enrolar em plástico bolha e roupas). Viajei com um amigo que teve que pagar absurdos US$ 7,00 por quilo (equivalente a uma garrafa) de bagagem excedente na LAN.
Voltei pela Varig e não tive problemas, acredito que devido à baixa ocupação dos lugares. O serviço de bordo é bem superior ao da Gol, há mais espaço e tb porque foi servida uma refeição quente, bem ao contrário da ida (Gol). Se o serviço é sofrível no trecho SP/Bs.As, entre essa cidade e Santiago é medíocre…só para trazer “na mão” garrafas adquiridas no DutyFree, do contrário tem que despachar na bagagem e dp do vinho vale à pena se sujeitar ao pagto. do excesso de bagagem porque aqui a diferença pode chegar até quatro vezes ao preço da origem!!!
Por fim, como gosto de vinhos (sobretudo os chilenos e depois os argentinos), um amigo fez um blog (www.blogdojeriel.com.br) e futuramente pretendo lançar as fotos e um texto dessa viagem.
Muito obrigado por sua atenção e o seu blog é utilíssimo, um dos melhores do gênero!
att.
Jeriel
Por: Jeriel da Costa em Abril 2, 2009
às 9:06 am
Jeriel,
suas dicas são preciosíssimas! Obrigada por compartilhá-las aqui no Mochila Chic.
Seu blog está uma gracinha, espero que você possa sempre alimentá-lo com novidades para que todos possamos trocar mais e mais informações sobre vinícolas, vinhos e viagens.
Forte abraço,
Juliana
Por: julianabassetti em Abril 2, 2009
às 9:55 am
Ola Juliana!
Seu blog está super legal. Estou lendo de pouco em pouco. Muito bom!
Queria uma informação que ainda não li, se vc puder me passar, agradeço
Quando eu entro e marco o horario da visita da CyT no site deles, não fala sobre horario especificos. Então marquei as 10h do dia 05/05. Na hora a visita pode acabar sendo só pra mim?
obrigado
Por: Rafael Sayeg em Abril 29, 2009
às 10:56 am
Pretendo visitar Cousino Macul e Concha Toro no mesmo dia. qual devo ir primeiro e alguma sugestao de lugar bom pra almocar? Obrigado
Por: Bruno em Maio 11, 2009
às 8:31 pm
Oi, Juliana. Fiz o tour da Concha Y Toro, mas gostei mais do da Undurraga. É mai longo e explicativo – muito bom mesmo. E os visitantes também saem de lá com uma bela taça (maior que a da Concha Y Toro). Vou escrever sobre o tour da Undurraga o me blog em breve (www.peqprazeres.blogspot.com).
Abs!
Por: Cláudia Merquior em Maio 31, 2009
às 10:01 pm
Bruno, não conheço a Cousino Macul, mas a CyT não é o bicho. É meio pega-turista. Dá uma olhada no post sobre isso no blog.
Abraço e boas degustações.
Por: julianabassetti em Junho 3, 2009
às 5:12 pm
Foi uma grande decepção a visita a Concha y Toro, esperei ver muito mais coisa do que uma simples passagem na casa grande, por fora, vista de longe do vinhedo, uma passagem pela adega e fim, não vale o tempo e valores gastos para a visita e os vinhos ainda estavam mais caros do que nas lojas em Santiago, ainda teve o trabalho de trazer a taça, devia ter dado de presente.
Por: Eurico Marinho em Agosto 6, 2009
às 11:17 am
Obrigado por vc ter esse trabalho de explicar tudo isso me ajudou muito. pretendo viajar para o Chile e visitar tudo que vc contou estou a gora saboreando um CASILLERO DEL DIABLO , agora vou te contar uma coisa beber esse vinho te reporta a desejos internos e naum sei quem ajuda mas se tornam realidade
vou visitar esse lugar.Sem contar que vc é linda aceita uma taça de vinho chileno?
Por: Juarez M..Mattos em Outubro 14, 2009
às 1:18 am